Monte a proposta a partir de blocos, com a marca da sua empresa. O cliente abre num link, no celular ou no computador, sem baixar nada. E você descobre quando ele abriu, o que leu e por quanto tempo.
Valores por peça, já com a malha e o bordado especificados.
Você manda o arquivo e o assunto morre. Não dá para saber se abriram, se leram o preço, se mandaram para o chefe. Fica só o “vou verificar e te retorno”.
Ele desce na caixa de entrada, some no celular, e quando o cliente procura já está em outra conversa. Link não some — e abre igual em qualquer tela.
Um usa o modelo de 2019, outro mexeu na fonte, o terceiro escreveu o preço à mão. A empresa aparece de três jeitos diferentes para três clientes.
Sem saber se abriu, o vendedor liga na hora errada — ou não liga. Saber que o cliente leu o investimento duas vezes ontem muda a conversa inteira.
A marca e a estrutura são definidas uma vez, por quem manda. O vendedor não escolhe fonte, nem cor, nem layout — porque esses controles nem aparecem na tela dele.
Logo, uma cor e um estilo de tipografia. O sistema deriva o resto e garante que tudo continue legível.
Escolha os blocos e a ordem: contexto, escopo, especificação, investimento, cronograma, aceite. Marque o que é fixo e o que varia.
Ele abre o modelo, completa os campos que mudam e escolhe os itens do catálogo. O preço vem junto, sem redigitação.
Sai por WhatsApp ou e-mail. No envio, tudo congela: a proposta enviada nunca muda de aparência, mesmo que a marca mude depois.
É a diferença entre ligar no escuro e ligar sabendo que o cliente passou quatro minutos no investimento ontem à noite.
Três camadas, com donos diferentes. É o que impede que a décima proposta do mês não pareça de outra empresa.
Logo, cor e tipografia da empresa. Configurada uma vez, aplicada em tudo. O vendedor não tem acesso — e nem vê onde mexeria.
Quem mandaA sequência de blocos, o que é obrigatório e o que fica travado. Um modelo por tipo de venda: serviço recorrente, projeto fechado, fornecimento.
Quem mandaO vendedor abre o modelo e preenche só o que muda naquele cliente. Sem tela em branco, sem decisão de design, sem risco de estragar o padrão.
O vendedorNão tem o ERP? Funciona igual. Você cadastra seus itens no próprio Show e segue.
Quando o item vem do catálogo, o preço de tabela é gravado junto do valor final. No fim do mês dá para ver quanto se vendeu abaixo da tabela — e por quem. Não é para proibir; é para você enxergar.
Todos os planos incluem a página com âncoras, saída em PDF, telemetria de leitura e aviso de abertura no WhatsApp e no e-mail.
Já é cliente do Needed ERP? O Show Needed pode já estar incluído no seu contrato — entre com sua conta Needed e confira.
Não. Ele abre o link e lê. Não há login, não há download obrigatório, não há aplicativo. Se quiser guardar uma via, existe um botão de PDF — mas é opcional.
A proposta enviada não muda. No momento do envio o sistema congela marca, conteúdo e valores. Isso não é detalhe estético: é o que garante que o documento que o cliente aceitou seja exatamente o que ele viu.
É um aceite eletrônico com trilha de auditoria: registra nome, CPF, IP, data, hora e uma impressão digital do conteúdo exato aceito. Não é assinatura qualificada ICP-Brasil — se o seu caso exige isso, fale com a gente antes de contratar.
Não, e é proposital. Você escolhe uma cor e um estilo; o sistema deriva o resto e corrige o que comprometeria a legibilidade. Não existe controle de fonte, tamanho ou espaçamento em lugar nenhum — nem para quem quer.
Funciona. Sem o ERP você cadastra seus itens e seus clientes no próprio Show. Com o ERP, o catálogo, os orçamentos e a marca vêm de lá, e o retrabalho desaparece.
Ainda não. Está no nosso plano, e quando chegar será uma reinterpretação no design do Show — não uma cópia do arquivo. Enquanto isso, os modelos prontos e a entrevista de abertura montam a sua primeira proposta em minutos.
Crie a conta, escolha um modelo pronto e mande hoje mesmo. Se não gostar, você não pagou nada.